MESTRADO EM BIOCIÊNCIAS MARINHAS
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Porque tu não queres ser só mais um.
Um mestrado flexível, adaptado a ti e ao teu futuro.
ESTM · Universidade de Leiria e Oeste · Peniche · 120 ECTS · 2 anos
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Este mestrado nasceu de uma visão: ligar ciência, inovação e oceano numa formação onde o estudante está no centro. Aqui, cada estudante constrói um percurso próprio, alinhado com o seu futuro, num ecossistema que aproxima a investigação e o setor azul para formar profissionais capazes de transformar conhecimento em impacto.
Coordenador do Mestrado
O único em Portugal que permite ter uma visão global sobre os oceanos e escolher especializar em conservação e restauro do meio marinho, aquacultura sustentável ou biotecnologia azul, num ecossistema dinâmico e centrado no estudante.
O único em Portugal que integra conservação e restauro marinho, aquacultura sustentável e biotecnologia azul. Os estudantes cruzam disciplinas entre percursos, construindo um perfil único.
Além de escolheres o teu percurso de especialização, podes fazer uma opção livre em qualquer área científica, incluindo disciplinas das outras especializações. Ao longo dos dois anos fizeste um voluntariado, foste a um congresso ou a palestras, participaste num estágio de verão ou noutra experiência que tenha enriquecido o teu conhecimento? O Portefólio de Competências reconhece e credita essas experiências. E claro, o teu percurso culmina com uma dissertação, estágio ou projeto totalmente personalizado.
Em Peniche, além do mar e da Reserva Natural das Berlengas, o mestrado beneficia de um ecossistema privilegiado de inovação azul: Hub Azul, CETEMARES e SmartOcean. Os estudantes não aprendem sobre a economia azul em abstrato — vivem-na.
As empresas e organizações não são apenas parceiras — participam ativamente na construção do mestrado, trazendo desafios concretos que os estudantes trabalham no Projeto de Cocriação e Inovação. Esta ligação permanente entre academia, investigação e setor produtivo permite que os estudantes compreendam e naveguem entre estes dois mundos, transformando conhecimento científico em soluções com impacto real na sociedade e na economia azul.
A Universidade de Leiria e Oeste integra a RUN-EU, uma aliança europeia de nove instituições de ensino superior. Através da RUN-EU e do programa Erasmus+, os estudantes podem realizar parte do percurso em instituições parceiras, aceder a laboratórios e ecossistemas diferentes, e participar em programas avançados internacionais. Esta experiência desenvolve competências que o mercado cada vez mais valoriza: capacidade de trabalhar em equipas multiculturais, adaptação a contextos diferentes, construção de redes profissionais internacionais e uma visão mais ampla dos desafios e oportunidades da economia azul na Europa.
Uma base comum sólida no 1.º semestre, seguida de especialização flexível no 2.º semestre. O 2.º ano é dedicado à dissertação, estágio ou projeto, com tutoria personalizada.
Estrutura do Mestrado
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Três caminhos, um objetivo: formar profissionais capazes de integrar.
Percurso orientado para compreender, monitorizar e recuperar ecossistemas marinhos e costeiros, integrando ecologia aplicada, conservação da biodiversidade, avaliação de pressões ambientais e desenvolvimento de estratégias de restauro em contextos reais.
Percurso orientado para o desenvolvimento de sistemas aquícolas mais eficientes, responsáveis e resilientes, integrando produção, nutrição, bem-estar animal, qualidade ambiental e inovação tecnológica para responder aos desafios da segurança alimentar e da sustentabilidade.
Percurso orientado para estudar e valorizar organismos e recursos marinhos, integrando bioprospeção, abordagens moleculares e ómicas, biorrefinarias, soluções inspiradas na natureza e desenvolvimento de aplicações biotecnológicas sustentáveis.
Tens dúvidas? Fala connosco.
Onde o mar acontece.
Edifício CETEMARES
Este mestrado integra-se no MARE – Marine and Environmental Sciences Centre e no laboratório associado ARNET – Aquatic Research Network, decorrendo no edifício CETEMARES, um polo onde a investigação não é paralela ao ensino, mas parte integrante da formação. Aqui, os estudantes não aprendem apenas sobre ecologia, conservação, aquacultura e biotecnologia. Podem trabalhar desde cedo em contacto direto com projetos em curso, equipas de investigação e infraestruturas científicas, construindo competências em contexto real e antecipando os desafios do setor.
Espaço de inovação e empreendedorismo azul, onde startups, empresas e projetos desenvolvem soluções para desafios reais do setor do mar. A proximidade a este ecossistema proporciona aos estudantes contacto com o mercado e com ideias em desenvolvimento, oferecendo uma compreensão mais concreta das dinâmicas e necessidades do setor. Ao mesmo tempo, pode funcionar como ponto de partida para amadurecer ideias próprias, explorar o seu potencial de aplicação e desenvolver uma visão empreendedora, preparando futuros mestres para transformar conhecimento e projetos académicos em propostas com relevância prática.
Mais do que uma localização privilegiada, um contexto de aprendizagem. Em proximidade direta com a Reserva Natural das Berlengas, o mestrado insere-se num território onde biodiversidade, conservação e uso sustentável coexistem sob pressões reais. Este enquadramento permite aos estudantes não apenas observar, mas trabalhar sobre sistemas naturais dinâmicos, integrando o território como laboratório vivo para compreender e responder aos desafios atuais do oceano.
Entidades Associadas
e mais em breve
Em Peniche, estudar biociências marinhas acontece no lugar certo: junto ao Atlântico, à Reserva Natural das Berlengas e a uma comunidade onde o mar faz parte da vida diária. Aqui, a escala da cidade favorece a proximidade entre estudantes, natureza, investigação e território, criando uma experiência académica mais próxima, integrada e humana. Entre uma ida à praia, uma saída às Berlengas ou apanhares umas ondas com a tua prancha antes das aulas, Peniche oferece um estilo de vida singular na costa Oeste de Portugal. Essa ligação ao mar vai além da qualidade de vida: ajuda a transformar o território num contexto vivo de aprendizagem, contacto com desafios reais e construção de futuro no setor azul.
"O futuro da educação está em programas como o mestrado em Biociências Marinhas da ESTM, que unem propósito, ciência e inovação, formando profissionais que pensam como investigadores e agem como empreendedores."
João Rito
President, Bluebio Alliance, Portugal
CEO SEAENTIA
"A economia azul sustentável exige profissionais capazes de compreender o Oceano de forma integrada e de transformar conhecimento científico em inovação. Programas de formação que promovam esta abordagem são fundamentais para responder aos desafios presentes e futuros do setor do mar."
Marisa Lameiras da Silva
Diretora-Geral de Política do Mar, Portugal
Professora do Mestrado em Biociências Marinhas
Quem ensina também investiga, está no terreno e participa na economia azul. Conhece algumas pessoas por detrás do mestrado.
João Franco
Conservação e Restauro do Meio Marinho
Investigador Auxiliar no MARE – ESTM, Universidade de Leiria e Oeste.
A sua investigação centra-se na compreensão dos processos ecológicos que determinam a distribuição, abundância e desempenho da fauna e da flora marinha em habitats costeiros, com especial atenção aos impactos das alterações climáticas nos ecossistemas de kelp da costa ibérica, procurando gerar conhecimento que apoie a sua conservação, restauro ecológico, aquacultura regenerativa e gestão sustentável. Coordena diversos projetos em ecologia marinha e conservação, incluindo iniciativas pioneiras de monitorização, proteção e reflorestação de florestas de kelp. É responsável pelo curso de Mergulho Científico da Universidade de Leiria e Oeste e ao longo da sua carreira realizou centenas de mergulhos científicos em diferentes regiões do mundo, participando em expedições e projetos internacionais dedicados ao estudo e conservação dos ecossistemas marinhos.
Teresa Baptista
Aquacultura
Professora Especialista em Aquacultura na ESTM, Universidade de Leiria e Oeste, com um passado ligado à indústria do setor.
Especialista em biologia e patologia de organismos marinhos, o seu percurso na indústria da aquacultura continua a marcar a forma como investiga e ensina. Coordena e participa em diversos projetos nacionais e internacionais envolvendo a academia e a indústria. É responsável pelo Biotério do CETEMARES e pelo Curso Avançado em Ciência de Animais de Laboratório, e coordena o Mestrado em Aquacultura.
Rui Pedrosa
Biotecnologia Azul
Professor Associado de Biotecnologia Marinha na ESTM – Universidade de Leiria e Oeste e Investigador Principal no MARE.
A sua investigação foca-se nos produtos naturais marinhos, na valorização de recursos marinhos, em compostos bioativos e na bioeconomia azul. É autor de mais de 100 publicações científicas internacionais e coordenou diversos projetos de investigação e inovação, nacionais e internacionais. Atualmente desenvolve produtos e biomateriais sustentáveis de origem marinha para aplicações na saúde, cosmética, alimentação e indústria, com participação em projetos como o BioPLASTEC, o BEAP-MAR e o Sea4DERM.
Sónia Cotrim
Ecologia Marinha
Bióloga marinha, Professora Auxiliar na ESTM – Universidade de Leiria e Oeste e investigadora no MARE.
A sua investigação centra-se na monitorização da biodiversidade marinha, ecologia do zooplâncton e análise de séries temporais. É Co-Chair do grupo de trabalho EUROBUS do ICES, liderando uma rede científica europeia dedicada à monitorização de espécies marinhas não indígenas. Participa em programas de monitorização ambiental, incluindo o WindFloat Atlantic, e é responsável pela curadoria de bases de dados ecológicas de longo prazo da Reserva da Biosfera da UNESCO das Berlengas e do estuário do Mondego.
João Correia
Ecologia, Conservação e Pescas
Professor Auxiliar na ESTM, Universidade de Leiria e Oeste e investigador no MARE.
Doutorado em pesca comercial de tubarões e raias, com mais de 30 anos de carreira dedicada ao estudo destes animais — com passagens pelo Zoo de Lisboa, IPIMAR e Oceanário de Lisboa. Desde 2005 que leciona na ESTM, onde orienta estágios, mestrados e doutoramentos. Fundou em 2006 a empresa Flying Sharks e é autor de várias dezenas de publicações científicas, centenas de palestras e das obras "Sex, Sharks and Rock & Roll", "Tubarões Voadores" e "Por Mares Bastante Navegados".
Marco Lemos
Biologia do Stress e Biotecnologia
Professor Associado com Agregação na Universidade de Leiria e Oeste e investigador principal do MARE.
Desenvolve investigação na interface entre ecologia marinha, aquacultura, biotecnologia azul e valorização sustentável de recursos marinhos, recorrendo a ferramentas bioquímicas, fisiológicas e moleculares para compreender respostas ao stress, avaliar impactos ambientais e explorar aplicações biotecnológicas com relevância científica, industrial e societal. Tem coordenado e participado em vários projetos nacionais e internacionais em colaboração com centros de investigação e empresas, sendo autor de mais de 160 publicações científicas indexadas, livros, capítulos, comunicações científicas e patentes internacionais. A sua investigação tem sido considerada em documentos técnicos e de política pública de organizações internacionais, incluindo a Comissão Europeia, FAO, IUCN, EFSA, OMS e IPBES. Foi coordenador do MARE-IPLeiria, do GIRM e do CETEMARES, e é fundador da Poseidon, uma startup de inovação azul que valoriza uma patente na área da biotecnologia marinha.
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Marco Lemos
O oceano é demasiado vasto e complexo para ser compreendido a partir de uma única perspetiva. Na formação em ciências marinhas, a especialização é importante. Mas conhecer apenas uma parte do sistema pode limitar a progressão...
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Marco Lemos
Há muitos sítios onde se pode estudar o oceano. Poucos onde ele faz parte do dia a dia. Em Peniche, a proximidade ao Atlântico e à Reserva Natural das Berlengas coloca os estudantes em contacto direto...
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Marco Lemos
Na semana passada, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, apresentei a keynote "Marte é vermelho, o futuro é azul", sobre como o oceano pode ajudar a pensar a exploração espacial. 🚀 Quando falamos de produzir alimento, reciclar recursos ou gerar oxigénio para missões espaciais, as fronteiras entre ecologia, aquacultura e biotecnologia marinha tornam-se muito mais finas do que parecem...
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Marco Lemos
Durante muitos anos, concluir uma licenciatura era visto como suficiente para entrar no mercado de trabalho. Hoje, essa realidade está a mudar rapidamente — jovens até aos 35 anos com mestrado têm salários significativamente superiores em Portugal. Mas mais do que a diferença salarial, importa perceber o que isto reflete: o conhecimento evolui demasiado depressa para que a formação se limite às competências adquiridas em três anos. Em muitas áreas, a aprendizagem contínua deixou de ser uma vantagem competitiva. Passou a ser uma necessidade.
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Sessão Online / Online Session
Apresentação do mestrado e esclarecimento de dúvidas com o coordenador.
18
Jun 2026
18:30
Online (Microsoft Teams)
Sessão já realizada
Perdeste a sessão? Sem problema. Envia-nos um email e agendamos uma sessão individual online para esclarecer todas as tuas dúvidas sobre o mestrado.
✉ Fala connoscoFases de Candidatura
1.ª Fase
26 fev – 31 mar 2026
2.ª Fase
9 jun – 14 jul 2026
3.ª Fase
17 ago – 2 set 2026
Vagas
30
Propina anual
1.140€ (geral)
3.000€ (internacional)
Taxa
60€
Licenciatura em Biologia, Biotecnologia, Ciências do Mar, Ciências do Ambiente, Aquacultura ou áreas afins. Outros perfis podem ser avaliados.
Aulas em português, com materiais frequentemente em inglês. Dissertações podem ser em inglês.
Sim. A estrutura é flexível: na opção livre, mesmo frequentando uma especialização, podes frequentar uma disciplina de qualquer outra especialização, ou outra opção livre em qualquer área científica.
Não. A licenciatura tem de estar concluída no momento da candidatura. Se ainda estás a terminar, aguarda pela fase de candidatura em que já tenhas o grau obtido.
Se ainda não tens a licenciatura concluída, podes frequentar unidades curriculares do mestrado de forma isolada e formalizar a candidatura assim que obtiveres o grau. Contacta os serviços académicos para saberes como proceder.
Sim. Apesar de teres de escolher uma especialização no início, é sempre possível mudar de ideias — e até é normal.
Para questões sobre o mestrado, percursos ou candidaturas:
Coordenador do Mestrado em Biociências Marinhas
Professor Associado com Agregação - ESTM
Investigador do MARE - Universidade de Leiria e Oeste
Informações gerais para candidatos internacionais:
studywithus@ipleiria.ptAinda não tens a certeza? Deixa os teus dados e nós contactamos-te.